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Após intensas negociações que se estenderam até a noite de domingo, a presidência da COP conseguiu costurar um acordo crucial para o avanço das discussões sobre o clima. A agenda de negociações, que define os temas a serem debatidos durante a Conferência do Clima, foi estabelecida, evitando um possível impasse. A aprovação da pauta é fundamental, pois requer consenso entre todos os países participantes, o que significa que o veto de apenas um país pode impedir o progresso das discussões.

Ao longo das próximas duas semanas, as nações participantes da COP irão analisar o progresso alcançado desde a assinatura do Acordo de Paris, em 2015. A discussão abrangerá estratégias para acelerar a adaptação às mudanças climáticas, visando preparar o planeta para os impactos de eventos climáticos extremos. Um dos pontos centrais é a definição de mecanismos que garantam uma transição energética justa, ou seja, a substituição de fontes de energia poluentes por alternativas renováveis, sem gerar desemprego.

Embora a agenda formal esteja definida, há pressão para que outros temas relevantes sejam incluídos nas discussões. Entre eles, destacam-se a necessidade de estabelecer metas mais ambiciosas para a redução de emissões de gases de efeito estufa e o aumento do financiamento de ações climáticas em países em desenvolvimento por parte dos países desenvolvidos. Também está em debate a questão das restrições unilaterais impostas por alguns países ao comércio, com base em critérios ambientais, como barreiras tarifárias e não tarifárias a produtos provenientes de áreas de desmatamento. A inclusão de relatórios de transparência sobre as emissões de gases poluentes de cada país é outro ponto em discussão.

O presidente da COP, embaixador André Corrêa do Lago, realizará consultas com os países até a sessão plenária da próxima quarta-feira, com o objetivo de apresentar uma proposta para incluir esses temas adicionais na negociação. A expectativa é que esse processo de consultas abra caminho para a tomada de novas decisões.

O secretário executivo da ONU para mudanças climáticas, Simon Stiell, enfatizou a urgência de abordar as questões mais complexas, como o financiamento de ações climáticas. As discussões devem se basear no valor aprovado na última conferência, de US$ 300 bilhões por ano.

Fonte: g1.globo.com

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