G1
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A investigação sobre a morte do cão comunitário Orelha avançou em Florianópolis, com a identificação de um adolescente de 15 anos como responsável pela agressão que resultou na morte do animal.

Detalhes da investigação

A Polícia Civil de Santa Catarina analisou cerca de mil horas de imagens de câmeras de segurança e ouviu 24 testemunhas. Após esse trabalho, o relatório foi encaminhado ao Ministério Público, solicitando a internação do menor. Outros três adolescentes inicialmente suspeitos foram descartados.

Cruzamento de dados e evidências

A polícia cruzou informações de localização por celular com imagens de monitoramento. Os registros mostram o adolescente saindo do condomínio acompanhado de outros jovens, voltando ao local ferido ao lado de uma adolescente e o momento em que o cão Orelha sai de sua casinha e retorna machucado.

Contestação da defesa

A defesa do adolescente contesta a interpretação da polícia, alegando que o cachorro foi visto caminhando normalmente após o horário em que a agressão teria ocorrido. Além disso, questiona a falta de laudo pericial específico para determinar o momento preciso das agressões.

Pontos de vista em conflito

Enquanto a polícia aponta contradições no depoimento do adolescente e destaca a tentativa de ocultação de provas por parte de familiares, a defesa critica o pedido de internação, alegando que não há fundamentos legais para tal medida, uma vez que se trata de um caso de suposta violência contra um animal.

Decisão da Justiça

Diante da solicitação policial, a Justiça determinou a entrega do passaporte do menor. O desfecho desse caso envolvendo a morte do cão Orelha continua cercado de polêmicas e divergências entre as partes envolvidas.

Fonte: https://g1.globo.com