Durante uma operação em Avaré (SP) nesta quarta-feira (4), a Polícia Civil apreendeu diversos anabolizantes e medicamentos de uso restrito, incluindo abortivos. A ação foi realizada em conjunto com a Vigilância Sanitária, com o objetivo de investigar a suspeita de comercialização desses produtos pelas redes sociais. O mandado de busca e apreensão foi cumprido em uma residência no Residencial Avaré I, após uma denúncia anônima.
Itens apreendidos e investigações em andamento
No interior do imóvel, os agentes encontraram uma variedade de medicamentos de uso controlado, incluindo oximetolona, clembuterol e Cytotec, este último contendo misoprostol, uma substância proibida para venda em farmácias desde a década de 1990. Além dos medicamentos, foram apreendidos um caderno de anotações, duas máquinas de pagamento por cartão, um pen drive e um telefone celular, que podem auxiliar nas investigações em andamento.
Encaminhamento do material e próximos passos
Todo o material apreendido foi apresentado no Plantão Policial e será encaminhado para perícia técnica. Os laudos resultantes da perícia devem indicar a autenticidade, procedência e as circunstâncias relacionadas aos produtos apreendidos. O indivíduo responsável pela posse dos medicamentos foi liberado, porém responderá a um inquérito policial pelo crime de adulteração, falsificação ou alteração de produtos destinados a fins terapêuticos ou medicinais.
Conclusão da operação e desdobramentos legais
A ação da Polícia Civil em Avaré resultou na apreensão de anabolizantes e medicamentos abortivos, bem como na coleta de evidências que poderão contribuir para esclarecer a comercialização ilegal desses produtos. Com a continuidade das investigações e a análise dos laudos periciais, espera-se que sejam identificados os responsáveis e aplicadas as medidas legais cabíveis diante do crime cometido. A operação reflete a atuação incisiva das autoridades no combate ao comércio ilegal de substâncias controladas e reforça a importância da fiscalização constante para garantir a segurança da população.
Fonte: https://g1.globo.com