G1
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A candidata à presidência da Costa Rica, Laura Fernández, do Partido do Povo Soberano, está próxima de vencer a eleição presidencial com os resultados preliminares e parciais divulgados pelo Tribunal Supremo Eleitoral. Com 75% das seções eleitorais apuradas, Fernández obteve 49,1% dos votos, enquanto seu adversário mais próximo, o economista Álvaro Ramos, do Partido de Libertação Nacional, alcançou 32,8%.

Caminho para a vitória no primeiro turno

Para vencer a eleição presidencial no primeiro turno, é necessário obter pelo menos 40% do total de votos. Caso contrário, os dois candidatos mais votados irão para um segundo turno em 5 de abril. Fernández baseou sua campanha na continuidade das políticas do atual presidente Rodrigo Chaves, que não pode concorrer à reeleição.

Cenário político e fatores decisivos

O aumento da criminalidade tem sido um tema central na eleição, com muitos eleitores preocupados com a segurança pública. Alguns culpam o governo Chaves por não conseguir reduzir os índices de violência, mas outros veem seu estilo confrontador como uma possível solução para conter a criminalidade. Fernández, que foi ministra do Planejamento Nacional e Política Econômica de Chaves, é vista como a sucessora preferida do atual presidente.

Expectativas para o cenário político

Além da eleição presidencial, os costa-riquenhos também votaram para a Assembleia Nacional, composta por 57 cadeiras. Espera-se que o partido de Chaves ganhe mais espaço, porém, pode não alcançar a supermaioria almejada. Vinte candidatos concorreram à presidência, mas apenas Fernández e Ramos ultrapassaram a marca de 5% nos resultados parciais.

Participação dos eleitores e contexto histórico

Cerca de 3,7 milhões de costa-riquenhos estavam aptos a votar, e a votação ocorreu ao longo do domingo. A participação dos eleitores foi destacada, com relatos de pessoas como Ronald Loaiza, que votou cedo em Cartago, ressaltando a importância do exercício democrático. Há quatro anos, Chaves surpreendeu ao vencer a eleição com uma campanha de 'outsider', criticando os partidos tradicionais.

Fonte: https://g1.globo.com