© Tânia Rêgo/Agência Brasil
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O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) anunciou nesta segunda-feira (14) que tomará providências legais contra a disseminação de informações falsas sobre a Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) de 2026. A instituição buscará o apoio da Polícia Federal e da Advocacia-Geral da União para investigar a origem das fake news que têm circulado nas redes sociais.

Desinformação e seus Impactos

O IBGE detectou um movimento de desinformação que sugere que a PNS 2026 está sendo utilizada para criar um 'banco de DNA estatal'. O instituto rejeitou categoricamente essa afirmação, destacando que a coleta de amostras biológicas, como sangue e urina, tem como objetivo exclusivo a realização de exames voltados para a pesquisa, os quais serão descartados ao final do processo.

Objetivos da Pesquisa Nacional de Saúde

Além de esclarecer o uso dos materiais biológicos, o IBGE enfatizou que a pesquisa é realizada em colaboração com o Ministério da Saúde. A PNS visa fornecer dados importantes que auxiliarão no planejamento de ações de prevenção, na implementação de serviços de saúde e na promoção de campanhas de vacinação e hábitos alimentares saudáveis.

Detalhes da Coleta

Esta edição da Pesquisa Nacional de Saúde é a terceira de sua série, iniciada em julho de 2023. O levantamento pretende alcançar 140 mil domicílios em todo o país, coletando informações sobre hábitos de vida e acesso a serviços de saúde. Os profissionais envolvidos na pesquisa também realizarão medições de peso, aferições de pressão arterial e altura de alguns participantes até o final de novembro.

Importância da Participação

O IBGE estima que entre 15 mil e 20 mil pessoas, com 35 anos ou mais, participarão da coleta de sangue e urina. A instituição ressalta que a participação na PNS 2026 vai além de responder a perguntas; ela é fundamental para que o Brasil compreenda melhor as necessidades de sua população e planeje cuidados de saúde adequados para o presente e o futuro.

Conclusão

Com a ação contra as fake news, o IBGE busca não apenas proteger a integridade da pesquisa, mas também garantir que a população compreenda a relevância dos dados coletados. A desinformação representa um obstáculo significativo para a realização de um estudo que pode impactar diretamente as políticas de saúde no Brasil.

Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br