O embaixador de Cuba no Brasil, Adolfo Curbelo Castellanos, considera o bloqueio econômico e energético dos Estados Unidos (EUA) contra a ilha caribenha como uma "política genocida". Ele afirma que tais medidas buscam privar a população cubana de seus meios de subsistência. O embargo já dura 66 anos, tendo sido iniciado logo após a Revolução Cubana, em 1959.
Agressão Econômica e Energética
O presidente norte-americano, Donald Trump, emitiu uma nova Ordem Executiva em 29 de janeiro, classificando Cuba como uma "ameaça incomum e extraordinária" à segurança dos EUA. Isso resultou na imposição de tarifas comerciais aos produtos de países que fornecem petróleo à ilha. A crise energética cubana, que dependia fortemente de derivados de petróleo, foi agravada.
Reações e Consequências
O presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, denunciou a decisão de Trump como mais uma tentativa de derrotar a Revolução Cubana. Adolfo Curbelo menciona que Cuba vive uma situação de guerra não convencional devido às dificuldades enfrentadas. O país tem adotado medidas de austeridade e investido em energia solar e solidariedade internacional para mitigar os impactos.
Desafios e Resiliência
Cuba enfrenta um momento tenso com as medidas dos EUA. O embaixador destaca que o país tem enfrentado a crise com a priorização da população, apesar dos longos apagões. Medidas de austeridade e organização do trabalho têm sido adotadas para proteger os cidadãos, principalmente os mais vulneráveis.