Peritos do Instituto Médico Legal (IML) de São Paulo (SP) realizaram a exumação do corpo da orientadora educacional Tatiane Cintra dos Santos Cardozo em Franca (SP). A suspeita é de que ela tenha sido envenenada em abril de 2025, aos 42 anos, devido a uma relação conturbada com o marido, William Ferreira Cardoso.
Exumação e investigação
A exumação contou com a presença da advogada de William, Letícia Antinori, que afirmou que ele está colaborando com as investigações. As autoridades coletaram partes das vísceras, rim, fígado, baço e vestígios de sangue para análise laboratorial a fim de verificar a possível presença de substâncias anormais no corpo que poderiam ter causado a morte de Tatiane.
Desdobramentos do caso
Após a morte de Tatiane, a Polícia Civil solicitou a exumação do corpo, mas o IML de Franca não pôde realizar devido a tratamentos químicos prévios. No entanto, novos elementos surgiram nos últimos meses, reforçando a suspeita de envenenamento e levando à autorização judicial para a exumação. A expectativa é de que o laudo traga mais clareza sobre a situação, que até o momento segue como morte a esclarecer.
Circunstâncias da morte
Tatiane faleceu em abril de 2025 após um churrasco em sua residência. Sua filha mais velha relatou que, ao acordar mais tarde, encontrou o pai chorando e foi informada sobre a mãe estar mal. Ao chegar ao quarto, Tatiane foi encontrada sem sinais vitais, e os serviços de emergência confirmaram o óbito no local.
Investigações da família
Após a morte, o corpo de Tatiane passou por análises que apontaram um inchaço anormal do fígado, levantando questões sobre a causa da morte. A família revelou que dias antes, a vítima apresentava sintomas como vômito, diarreia e cansaço, indicando um quadro de mal-estar. Além disso, informações sobre a relação conturbada entre Tatiane e William vieram à tona, incluindo relatos de comportamento abusivo.
Fonte: https://g1.globo.com