O Super Bowl, final do campeonato de futebol americano, realizado em Santa Clara, Califórnia, se transformou em uma festa multicultural pró-imigrantes, com forte conteúdo anti-Trump.
Evento Multicultural e Anti-Trump
A partida entre Seattle Seahawks e New England Patriots foi quase um detalhe diante de toda a celebração. A presença do cantor porto-riquenho Bad Bunny, anunciado anteriormente, desagradou o presidente Donald Trump, que se manifestou contrário à sua participação.
O tom crítico à política anti-imigração do governo norte-americano começou com a apresentação da banda Green Day, abertamente anti-Trump, que tocou seus maiores hits antes do início do jogo.
Show de Bad Bunny
A apresentação de Bad Bunny no intervalo da partida foi histórica, destacando a política anti-imigração dos EUA e a atuação do ICE contra imigrantes ilegais. O artista fez um show político e multi-cultural, enaltecendo as nações latino-americanas e sua importância nos Estados Unidos.
Elementos Culturais
Bad Bunny trouxe o orgulho latino para o centro do Levi’s Stadium, com músicas em espanhol e elementos culturais latinos em destaque. A participação de Lady Gaga e Ricky Martin reforçou a celebração da cultura latina durante o evento.
Reação de Trump
A reação de Trump foi imediata, criticando o show do intervalo do Super Bowl em suas redes sociais. O presidente considerou a apresentação como uma afronta à grandeza da América e fez duras críticas ao evento.
Bad Bunny encerrou sua apresentação segurando uma bola de futebol americano e exibindo bandeiras de todos os países da região, transmitindo uma mensagem de união e apoio mútuo. O cantor finalizou com a frase 'Juntos somos a América', reforçando a importância da diversidade e da inclusão.