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A Prefeitura de Cotia decidiu vender 31 áreas públicas que considera subutilizadas. Entre os imóveis estão terrenos espalhados pela cidade, incluindo locais conhecidos como o prédio da PróCotia. As propriedades variam em tamanho, desde pequenos lotes de 570 m² até grandes áreas como uma de 50 mil m² ao lado do cemitério de Caucaia do Alto e outra de pouco mais de 63 mil m² na Água Espraiada. Algumas dessas áreas foram desapropriadas e revertidas para o município, mas nunca foram utilizadas.

O Projeto de Lei do Executivo, enviado pelo prefeito Rogério Franco à Câmara Municipal, já recebeu parecer favorável da maioria dos vereadores e a aprovação da Comissão de Justiça e Redação. No entanto, na sessão de terça-feira, um pedido de vista do vereador Castor Andrade adiou a votação para a próxima terça-feira.

Apesar do pedido de vista, a aprovação do projeto é praticamente certa e a prefeitura deve prosseguir com a venda dessas áreas. Durante a sessão, o vereador Castor mencionou que o mercadão municipal estaria entre os imóveis à venda, embora ele não apareça na lista divulgada no PL.

Subutilizadas?

Segundo o Projeto de Lei, a venda dessas áreas é justificada pelos altos custos de manutenção que geram ao município. No entanto, essa justificativa suscita dúvidas entre os munícipes, que questionam por que a prefeitura não utiliza esses terrenos para construir creches, postos de saúde ou outras infraestruturas que beneficiem a população. Fonte: Cotia Agora

 

A postagem Prefeitura de Cotia venderá 31 áreas públicas consideradas subutilizadas apareceu primeiro em Jornal Digital da Região Oeste.

A Prefeitura de Cotia decidiu vender 31 áreas públicas que considera subutilizadas. Entre os imóveis estão terrenos espalhados pela cidade, incluindo locais conhecidos como o prédio da PróCotia. As propriedades variam em tamanho, desde pequenos lotes de 570 m² até grandes áreas como uma de 50 mil m² ao lado do cemitério de Caucaia do Alto e outra de pouco mais de 63 mil m² na Água Espraiada. Algumas dessas áreas foram desapropriadas e revertidas para o município, mas nunca foram utilizadas.

O Projeto de Lei do Executivo, enviado pelo prefeito Rogério Franco à Câmara Municipal, já recebeu parecer favorável da maioria dos vereadores e a aprovação da Comissão de Justiça e Redação. No entanto, na sessão de terça-feira, um pedido de vista do vereador Castor Andrade adiou a votação para a próxima terça-feira.

Apesar do pedido de vista, a aprovação do projeto é praticamente certa e a prefeitura deve prosseguir com a venda dessas áreas. Durante a sessão, o vereador Castor mencionou que o mercadão municipal estaria entre os imóveis à venda, embora ele não apareça na lista divulgada no PL.

Subutilizadas?

Segundo o Projeto de Lei, a venda dessas áreas é justificada pelos altos custos de manutenção que geram ao município. No entanto, essa justificativa suscita dúvidas entre os munícipes, que questionam por que a prefeitura não utiliza esses terrenos para construir creches, postos de saúde ou outras infraestruturas que beneficiem a população. Fonte: Cotia Agora

 

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