© José Cruz/Agência Brasil
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Na última sexta-feira, 25 de setembro, o Ministério da Fazenda anunciou uma importante decisão ao publicar uma portaria no Diário Oficial da União. Essa medida garante a continuidade da subvenção de R$ 2,12 por litro ao óleo diesel, um tema que tem gerado debates significativos em meio à instabilidade do mercado global de combustíveis.

Detalhes da Portaria nº 2.946

A Portaria nº 2.946, que entra em vigor no dia 27 de setembro, foi elaborada para evitar a redução do benefício que estava programada para ocorrer no dia seguinte, em decorrência do término da Medida Provisória nº 1.363/2026. A decisão reflete a preocupação do governo com a situação econômica e a flutuação dos preços internacionais do petróleo.

Justificativas para a Manutenção da Subvenção

Segundo informações do ministério, a continuidade da subvenção é uma resposta à volatilidade persistente nos preços internacionais dos combustíveis. O governo destaca que, com o fim da MP 1.363/2026, era necessário um ajuste para garantir que o valor de R$ 2,12 por litro se mantivesse, proporcionando certa estabilidade ao mercado interno.

Histórico da Subvenção ao Diesel

A subvenção ao óleo diesel foi inicialmente estabelecida com um valor de R$ 1,12 por litro. No entanto, devido ao agravamento das condições do mercado internacional, a Medida Provisória nº 1.391 permitiu que o Ministério da Fazenda ajustasse a subvenção de acordo com a necessidade. Assim, o valor foi aumentado em R$ 1, totalizando R$ 2,12 por litro.

Objetivos e Impactos da Nova Portaria

A nova portaria, conforme esclareceu o Ministério da Fazenda, não implica um aumento no valor da subvenção, mas sim a confirmação da manutenção do valor vigente. Essa ação visa proporcionar previsibilidade ao setor de transporte e à economia, em um momento marcado por incertezas nos preços dos combustíveis no cenário internacional.

Conclusão

A manutenção do subsídio de R$ 2,12 ao óleo diesel, conforme anunciado pelo Ministério da Fazenda, representa uma estratégia crucial para mitigar os impactos da volatilidade de preços no mercado de combustíveis. A decisão reflete a necessidade de estabilidade econômica e a proteção dos setores que dependem desse recurso vital, garantindo assim um suporte contínuo ao transporte e à logística no Brasil.

Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br