© Fernando Frazão/Agência Brasil
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O Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro (CBMERJ) anunciou um balanço impressionante de suas operações marítimas. Nos primeiros quatro meses de 2026, a corporação contabilizou um total de 8.255 salvamentos realizados nas águas fluminenses, evidenciando a atuação incessante de seus guarda-vidas na proteção dos banhistas.

Ações de Resgate e Cenários de Risco

As intervenções dos bombeiros abrangeram uma vasta gama de situações de perigo iminente para os frequentadores das praias. Grande parte dos resgates foi motivada pela presença de correntes de retorno, fenômeno natural capaz de arrastar banhistas para longe da costa, e pela escolha de áreas consideradas impróprias para o banho, muitas vezes desprovidas de sinalização adequada ou de vigilância.

Comparativo Anual e Ênfase na Prevenção

É notável que o número de salvamentos registrados neste período inicial de 2026 é inferior ao de 2025. No ano anterior, apenas entre janeiro e 22 de fevereiro, a corporação já havia efetuado quase 8.500 salvamentos marítimos. Diante deste cenário, o CBMERJ aproveita para reforçar a importância crucial da prevenção e da adesão às diretrizes de segurança, visando minimizar a ocorrência de afogamentos.

Orientações Essenciais para um Banho Seguro

Para garantir a segurança de todos nas praias, o CBMERJ recomenda atenção a alguns pontos fundamentais:

Respeito à Sinalização e Escolha de Locais Seguros

É imperativo que os banhistas respeitem rigorosamente a sinalização instalada nas praias. A presença de bandeira vermelha indica áreas de risco acentuado, devendo ser evitadas. A preferência deve recair sobre locais próximos aos postos de guarda-vidas e aqueles explicitamente designados como seguros para o banho.

Cautela com Substâncias e Condições do Mar

O consumo de bebidas alcoólicas antes de ingressar na água deve ser evitado, pois compromete a capacidade de julgamento e reação. Além disso, é fundamental manter-se alerta às correntes de retorno, que possuem a força de levar pessoas para o mar aberto. Nadar próximo a pedras, costões ou outras estruturas também apresenta riscos de impacto devido à força das correntes. Por fim, nadar à noite é desaconselhado devido às dificuldades em identificar perigos como ondas fortes, rochas submersas e vida marinha.

Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br

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